Protocolo mínimo

Segurança, ética e responsabilidade

Um caminho de consciência que ignora o corpo, o histórico clínico e os limites de cada pessoa deixa de ser cuidado e passa a ser risco.

  1. Toda prática é convite, nunca imposição. O participante pode interromper ou adaptar.
  2. Começar com doses baixas e progressão gradual; intensidade não é sinônimo de evolução.
  3. Não usar meditação, jejum, dieta, banho térmico ou celibato para substituir tratamento médico ou psicológico.
  4. Incluir avisos específicos para trauma, dissociação, psicose, mania, transtornos alimentares, gestação, diabetes, doença cardiovascular, alterações de sensibilidade e risco de queda.
  5. Não ensinar manobras cervicais, tração, retenções respiratórias intensas ou exposição térmica extrema em conteúdo geral.
  6. Em ideação suicida, risco de violência, confusão intensa, alucinações, desmaio, dor torácica ou falta de ar, interromper a prática e procurar ajuda imediata.
  7. Evitar linguagem que culpabilize: adoecer, sofrer ou continuar tendo pensamentos não significa fracasso espiritual.