Protocolo mínimo
Segurança, ética e responsabilidade
Um caminho de consciência que ignora o corpo, o histórico clínico e os limites de cada pessoa deixa de ser cuidado e passa a ser risco.
- Toda prática é convite, nunca imposição. O participante pode interromper ou adaptar.
- Começar com doses baixas e progressão gradual; intensidade não é sinônimo de evolução.
- Não usar meditação, jejum, dieta, banho térmico ou celibato para substituir tratamento médico ou psicológico.
- Incluir avisos específicos para trauma, dissociação, psicose, mania, transtornos alimentares, gestação, diabetes, doença cardiovascular, alterações de sensibilidade e risco de queda.
- Não ensinar manobras cervicais, tração, retenções respiratórias intensas ou exposição térmica extrema em conteúdo geral.
- Em ideação suicida, risco de violência, confusão intensa, alucinações, desmaio, dor torácica ou falta de ar, interromper a prática e procurar ajuda imediata.
- Evitar linguagem que culpabilize: adoecer, sofrer ou continuar tendo pensamentos não significa fracasso espiritual.