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5.2evidência moderada
Respiração diafragmática e respiração lenta
Respiração baixa, nasal e confortável — sem forçar volume nem prender o ar.
Nível de evidência: Moderada para redução aguda de ativação e melhora de humor; limitada para efeitos clínicos duradouros.
O que se pode afirmar
- Ensaios com respiração diafragmática encontraram melhora de atenção sustentada, afeto e cortisol em adultos saudáveis. [7]
- Cinco minutos diários de práticas respiratórias estruturadas melhoraram humor e reduziram frequência respiratória; no estudo de Balban e colegas, a expiração enfatizada teve resultados promissores. [8]
- A respiração lenta pode modular variabilidade da frequência cardíaca e reflexos cardiorrespiratórios, embora 'maior tônus vagal' não deva ser usado como explicação universal. [26]
O que não foi demonstrado
- Não há base para ordenar que o tórax nunca se mova. Respiração saudável envolve diafragma, caixa torácica e necessidades individuais.
- Sentir formigamento, tontura ou falta de ar não é sinal de evolução espiritual; pode indicar ventilação excessiva.